terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
LER+COM IMAGINA
Decorreu no passado dia 8 de Setembro o Seminário Ler+ com Imagina: Promoção da Leitura e Literacia com Recurso às TIC.
Devido ao elevado número de participantes, cerca de 100, houve necessidade de alterar o local de realização.
Os presentes tiveram contacto com software diversificado que pode ser utilizado em ambiente de sala de aula ou de bibliotecas.
Devido ao elevado número de participantes, cerca de 100, houve necessidade de alterar o local de realização.
Os presentes tiveram contacto com software diversificado que pode ser utilizado em ambiente de sala de aula ou de bibliotecas.
terça-feira, 21 de julho de 2009
LER+COM IMAGINA
No próximo dia 8 de Setembro o Centro de Formação Cnoti estará em Chaves a dinamizar o seminário Ler+Com Imagina.
Esta iniciativa resulta da organização conjunta entre o Centro de Formação Cnoti e a escola EB2/3 Dr. Francisco Gonçalves Carneiro e pretende contribuir para a promoção da leitura e a literacia com recurso às TIC, nomeadamente através do software educativo Imagina.
Objectivos:
- Proporcionar um espaço de partilha e troca de experiências entre Animadores de Bibliotecas, Professores, Educadores, Pais, Mediadores de Leitura;
- Proporcionar um espaço de formação para a dinamização de aterreis de promoção da leitura, tendo por base as TIC;
- Promover e divulgar práticas pedagógicas centradas na promoção da leitura com recurso às TIC;
- Apresentar recursos educativos digitais adequados ao desenvolvimento de competências leitoras no Pré-Escolas, 1.º CEB e Educação Especial.
Esta iniciativa resulta da organização conjunta entre o Centro de Formação Cnoti e a escola EB2/3 Dr. Francisco Gonçalves Carneiro e pretende contribuir para a promoção da leitura e a literacia com recurso às TIC, nomeadamente através do software educativo Imagina.
Objectivos:
- Proporcionar um espaço de partilha e troca de experiências entre Animadores de Bibliotecas, Professores, Educadores, Pais, Mediadores de Leitura;
- Proporcionar um espaço de formação para a dinamização de aterreis de promoção da leitura, tendo por base as TIC;
- Promover e divulgar práticas pedagógicas centradas na promoção da leitura com recurso às TIC;
- Apresentar recursos educativos digitais adequados ao desenvolvimento de competências leitoras no Pré-Escolas, 1.º CEB e Educação Especial.
Inscreva-se
Local: Auditório da Escola EB2/3 Dr. Francisco Gonçalves Carneiro - Chaves
Data: 8 de Setembro, 2009
Horário: 14:30h - 17:30h
Inscrições:
lerimaginafgc@gmail.com / crtic@afgc.pt
ou
Telm.: 939403474 / 937465005
Ler+Com Imagina: promoção da leitura e literacia com recurso às TIC
quinta-feira, 25 de junho de 2009
AUTISMO
domingo, 10 de maio de 2009
O nosso Benjamim
O Luís Filipe é o nosso amiguinho mais novo. Tem apenas 4 anos e anda no Jardim de Infância de Outeiro Seco. Digam lá que não é uma gracinha.É claro que a mãe está toda babada e não é para menos... Adorou o nosso espaço e brincar com os nossos jogos. Um grande beijinho para o Luís...e volta sempre!!!
O nosso amigo Nelson
Tivemos mais uma visita! Desta vez foi o nosso amiguinho Nelson do Couto de Ervededo.
Gostamos muito de o conhecer pois é muito simpático e brincalhão...
Gostamos muito de o conhecer pois é muito simpático e brincalhão...
Da Teoria à Prática...
Os alunos do curso CEF - Electricidade quiseram mostrar os seus conhecimentos. Supervisionados pelo professor Martinho fizeram algumas melhorias na instalação eléctrica do CRTIC. Reparem bem como eles estão compenetrados nas suas tarefas...força e obrigada pela colaboração.
domingo, 26 de abril de 2009
Dia Internacional do Livro
No passado dia 23 de Abril festejou-se o Dia Internacional do Livro. O CRTIC de Chaves associou-se às actividades promovidas pela Equipa da Biblioteca colaborando na exposição realizada na Biblioteca sobre a escrita em Braille e na palestra sobre o mesmo tema que contou com a valiosa participação do nosso colega José Armando, professor de História na EB2/3 Nadir Afonso, que aos 7 anos de idade numa brincadeira com outras crianças ficou cego.
No passado dia 23 de Abril festejou-se o Dia Internacional do Livro. O CRTIC de Chaves associou-se às actividades promovidas pela Equipa da Biblioteca colaborando na exposição realizada na Biblioteca sobre a escrita em Braille e na palestra sobre o mesmo tema que contou com a valiosa participação do nosso colega José Armando, professor de História na EB2/3 Nadir Afonso, que aos 7 anos de idade numa brincadeira com outras crianças ficou cego.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Teclado de Conceitos

Um programa que tem sido utilizado com sucesso no programa de literacia emergente - pelas potencialidades que apresenta e pela flexibilidade na sua programação - é o teclado de conceitos “Intellikeys” (http://www.intellitools.com/) que está adaptado à língua portuguesa e que se tem revelado um instrumento de apoio pedagógico muito útil. O “IntelliKeys” é um teclado de conceitos programável, sensível ao tacto, desenhado para permitir o acesso ao computador de crianças e adultos com deficiência. Ao contrário do teclado normal do computador, pode mudar-se o modo como o “IntelliKeys” se apresenta pela simples mudança de “grelhas”, adaptando-se às actividades pedagógicas que forem concebidas. Este teclado pode ser programado através de um programa específico “OverlayMaker” (também disponível em português) que permite criar grelhas personalizadas para serem usadas no teclado de conceitos, adaptando-se, assim, às mais variadas actividades pedagógicas. O programa permite, por exemplo, desenhar teclas para as grelhas, adicionar imagens, texto e movimentos do rato ou quaisquer outras funções e comandos às grelhas.O mesmo teclado pode ser usado também com grande sucesso no ensino regular, constituindo, assim, uma ferramenta eficaz na inclusão de crianças com deficiência.
Um programa que tem sido utilizado com sucesso no programa de literacia emergente - pelas potencialidades que apresenta e pela flexibilidade na sua programação - é o teclado de conceitos “Intellikeys” (http://www.intellitools.com/) que está adaptado à língua portuguesa e que se tem revelado um instrumento de apoio pedagógico muito útil. O “IntelliKeys” é um teclado de conceitos programável, sensível ao tacto, desenhado para permitir o acesso ao computador de crianças e adultos com deficiência. Ao contrário do teclado normal do computador, pode mudar-se o modo como o “IntelliKeys” se apresenta pela simples mudança de “grelhas”, adaptando-se às actividades pedagógicas que forem concebidas. Este teclado pode ser programado através de um programa específico “OverlayMaker” (também disponível em português) que permite criar grelhas personalizadas para serem usadas no teclado de conceitos, adaptando-se, assim, às mais variadas actividades pedagógicas. O programa permite, por exemplo, desenhar teclas para as grelhas, adicionar imagens, texto e movimentos do rato ou quaisquer outras funções e comandos às grelhas.O mesmo teclado pode ser usado também com grande sucesso no ensino regular, constituindo, assim, uma ferramenta eficaz na inclusão de crianças com deficiência.
Sistema de Símbolos Gráficos SPC
A fala é a forma de expressão mais utilizada pelas pessoas quando pretendem comunicar, assumindo uma importância fundamental na interacção social. No entanto, e no caso de indivíduos com algum tipo de incapacidade, essas interacções podem ser totalmente afectadas. Por exemplo, e no caso de crianças com deficiências neuromotoras graves, as incapacidades motoras originam nessas crianças restrições muito consideráveis em todo o seu processo de desenvolvimento pessoal, com reflexos necessariamente negativos nos processos de inclusão social e escolar.
No caso das pessoas que aliam às incapacidades motoras graves as dificuldades de comunicação, o problema torna-se ainda mais complexo. A Comunicação Aumentativa pode constituir um poderoso meio de combate às incapacidades mencionadas, constituindo “um conjunto de técnicas, ajudas, estratégias e habilidades, que uma pessoa sem comunicação oral necessita, para substituir a sua incapacidade de comunicar através da fala”. Sendo a Educação um direito fundamental de todo o ser humano, as crianças que comunicam utilizando formas de comunicação não verbais, ou seja, através da Comunicação Alternativa e Aumentativa (AAC) deverão também elas poder aceder aos currículos educativos, fazendo recurso aos sistemas aumentativos de comunicação e às tecnologias de apoio que os suportam. No caso de pessoas que estão impedidas de comunicar através da fala (como é o caso de alguns portadores de deficiências neuromotoras graves de que é exemplo a paralisia cerebral), não sendo a fala a sua principal forma de comunicação, tão precocemente quanto possível, deve proporcionar-se-lhes um Sistema de Comunicação Alternativa e Aumentativa (de que é exemplo o Sistema SPC) e uma forma de aceder aos símbolos, ou seja, uma tecnologia de apoio à comunicação simples ou complexa, mas adequada.
O Sistema SPC – Símbolos Pictográficos para a Comunicação – é o sistema gráfico para comunicação aumentativa mais usado a nível internacional e também em Portugal. A versão portuguesa (www.anditec.pt) surgiu na sequência da tradução e adaptação ao português do sistema americano PCS (Picture Communication Symbols) . É um sistema em que a maior parte dos símbolos são iconográficos, contendo principalmente símbolos transparentes, desenhados com um traço negro a cheio sobre um fundo branco. O sistema está traduzido em numerosas línguas e pode ser potenciado através da utilização de um software específico (Programa Boardmaker) que, sendo essencialmente uma biblioteca de símbolos do sistema SPC, permite a feitura rápida e simples de tabelas e quadros de comunicação, ou a utilização desses símbolos com um conjunto de programas de comunicação existentes no mercado de que é exemplo o Programa “Speaking Dinamically”, disponível, também, em português (http://www.anditec.pt/).
sexta-feira, 17 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
O nosso amigo Zé Miguel veio ao Centro de Recursos.
Vinha um pouco nervoso mas aos poucos foi-se adaptando e contou-nos que a sua disciplina preferida é Educação Física, que era muito bom aluno principalmente a matemática e que nesse dia tinha recebido o teste e tirou 87%.
Também ficamos a saber que o Zé tem um irmão mais velho e que o seu clube é....FCP... Viva o Porto!!!!! e viva o Zé!....
Vinha um pouco nervoso mas aos poucos foi-se adaptando e contou-nos que a sua disciplina preferida é Educação Física, que era muito bom aluno principalmente a matemática e que nesse dia tinha recebido o teste e tirou 87%.
Também ficamos a saber que o Zé tem um irmão mais velho e que o seu clube é....FCP... Viva o Porto!!!!! e viva o Zé!....
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
ACESSIBILIDADES E INTEGRAÇÃO
ACESSIBILIDADES E INTEGRAÇÃO
Quando falamos de acessibilidades, normalmente falamos de barreiras físicas:
- Inexistência de rampas;
- Inacessibilidades a pisos superiores;
- Inexistência de elevadores, etc. ;
Falamos de aspectos muito importantes que têm a ver com a qualidade vida no dia-a-dia das pessoas.
Aspectos importantes porque determinam essa mesma qualidade de vida que é descurada e só é lembrada nos dias assinalados.
Quantos espaços públicos estão acessíveis á população em geral e ao deficiente em particular?
Podemos olhar o espaço que nos rodeia neste momento e tirar as devidas ilações!
Outro aspecto de grande importância tem a ver com a outra dimensão da acessibilidade: o acesso do deficiente ao currículo.
A lei prevê todas estas situações, o problema persiste na aplicação da lei, sendo que o estado é o maior prevaricador.
O currículo pode ser adequado aos interesses de cada um dos alunos através da elaboração de propostas consubstanciadas nas incapacidades dos mesmos.
Requer-se para tanto um sistema de avaliação proporcionado por equipas multidisciplinares em que entrem, para além dos educadores, os sistemas de saúde pública e os serviços de psicologia.
É natural no nosso país que os vários sistemas não partilhem saberes, fazendo cada um o seu trabalho particular, não o partilhando com os outros, que deveriam ser parceiros, acometendo, normalmente, ao sistema educativo mendigar perante os outros serviços, a colaboração necessária e pertinente, como se um especial favor se tratasse, talvez fruto da ideia que estamos perante um acto caritativo e não de um trabalho sério e honesto e obrigatório, exigindo-se de todas as estruturas de índole social uma resposta obrigatória e não condescendente, como se da prestação de um favor se tratasse.
Assim a escola vê-se a braços com tarefas sobre-humanas, às quais tenta dar respostas que muitas vezes não são as mais adequadas, não podendo por isso ser a única culpada do insucesso da integração dos vários alunos que recebe ao longo da vida.
Um dos graves problemas com que a escola se debate tem a ver com a organização do currículo.
A escola tem de promover um conjunto de disciplinas para as quais não tem o “Know-how” necessário e quando o tem descura-o pela imensa burocracia que acarreta por em prática a inovação científica.
Falo de áreas curriculares que têm a ver com o Braille, com a língua gestual, por exemplo, mas também com outras áreas que seriam úteis para o desempenho profissional de muitos dos nossos alunos, que por via do desinteresse pela vida escolar de “carteira e lápis”, abandonam precocemente a escola sem terem feito aquisições que permitam um bom desempenho na vida activa.
Áreas curriculares que têm a ver com a inserção na vida activa: tornar os alunos consumidores e produtores, inserindo-os na sociedade (como a marcenaria, serralharia, por exemplo).
Há que louvar os esforços que são feitos pelas escolas no sentido de favorecerem o desenvolvimento pleno dos seus alunos, tarefa que não é fácil pela escassez de meios à sua disposição.
Assim quando falamos de acessibilidade falamos do acesso a todas as componentes sociais que a palavra encerra.
Acessibilidade significa, portanto, aceder a todas as ofertas que a sociedade disponibiliza para o incremento da qualidade de vida dos cidadãos em geral: aos espaços públicos, educação, cultura, bem como aos bens de consumo e aos factores de produção (empresas, comércios, edifícios públicos, etc.).
Acesso à plena integração da pessoa portadora de deficiência e limitações.
É por isso que hoje mais do que nunca se fala em inclusão. Tornar o cidadão portador de limitações membro de pleno direito da nossa comunidade, tornando o mundo mais acessível a estes cidadãos.
Quando falamos de acessibilidades, normalmente falamos de barreiras físicas:
- Inexistência de rampas;
- Inacessibilidades a pisos superiores;
- Inexistência de elevadores, etc. ;
Falamos de aspectos muito importantes que têm a ver com a qualidade vida no dia-a-dia das pessoas.
Aspectos importantes porque determinam essa mesma qualidade de vida que é descurada e só é lembrada nos dias assinalados.
Quantos espaços públicos estão acessíveis á população em geral e ao deficiente em particular?
Podemos olhar o espaço que nos rodeia neste momento e tirar as devidas ilações!
Outro aspecto de grande importância tem a ver com a outra dimensão da acessibilidade: o acesso do deficiente ao currículo.
A lei prevê todas estas situações, o problema persiste na aplicação da lei, sendo que o estado é o maior prevaricador.
O currículo pode ser adequado aos interesses de cada um dos alunos através da elaboração de propostas consubstanciadas nas incapacidades dos mesmos.
Requer-se para tanto um sistema de avaliação proporcionado por equipas multidisciplinares em que entrem, para além dos educadores, os sistemas de saúde pública e os serviços de psicologia.
É natural no nosso país que os vários sistemas não partilhem saberes, fazendo cada um o seu trabalho particular, não o partilhando com os outros, que deveriam ser parceiros, acometendo, normalmente, ao sistema educativo mendigar perante os outros serviços, a colaboração necessária e pertinente, como se um especial favor se tratasse, talvez fruto da ideia que estamos perante um acto caritativo e não de um trabalho sério e honesto e obrigatório, exigindo-se de todas as estruturas de índole social uma resposta obrigatória e não condescendente, como se da prestação de um favor se tratasse.
Assim a escola vê-se a braços com tarefas sobre-humanas, às quais tenta dar respostas que muitas vezes não são as mais adequadas, não podendo por isso ser a única culpada do insucesso da integração dos vários alunos que recebe ao longo da vida.
Um dos graves problemas com que a escola se debate tem a ver com a organização do currículo.
A escola tem de promover um conjunto de disciplinas para as quais não tem o “Know-how” necessário e quando o tem descura-o pela imensa burocracia que acarreta por em prática a inovação científica.
Falo de áreas curriculares que têm a ver com o Braille, com a língua gestual, por exemplo, mas também com outras áreas que seriam úteis para o desempenho profissional de muitos dos nossos alunos, que por via do desinteresse pela vida escolar de “carteira e lápis”, abandonam precocemente a escola sem terem feito aquisições que permitam um bom desempenho na vida activa.
Áreas curriculares que têm a ver com a inserção na vida activa: tornar os alunos consumidores e produtores, inserindo-os na sociedade (como a marcenaria, serralharia, por exemplo).
Há que louvar os esforços que são feitos pelas escolas no sentido de favorecerem o desenvolvimento pleno dos seus alunos, tarefa que não é fácil pela escassez de meios à sua disposição.
Assim quando falamos de acessibilidade falamos do acesso a todas as componentes sociais que a palavra encerra.
Acessibilidade significa, portanto, aceder a todas as ofertas que a sociedade disponibiliza para o incremento da qualidade de vida dos cidadãos em geral: aos espaços públicos, educação, cultura, bem como aos bens de consumo e aos factores de produção (empresas, comércios, edifícios públicos, etc.).
Acesso à plena integração da pessoa portadora de deficiência e limitações.
É por isso que hoje mais do que nunca se fala em inclusão. Tornar o cidadão portador de limitações membro de pleno direito da nossa comunidade, tornando o mundo mais acessível a estes cidadãos.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
Foi no dia 14 de Outubro de 1992 que as Nações Unidas adoptaram o dia 3 de Dezembro como o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, depois de ter dedicado dez anos a esta temática, promovendo a tomada de consciência e de adopção de medidas para melhorar a situação das pessoas com deficiência. Dezasseis anos já passaram e o panorama da situação actual e do futuro próximo não podia ser mais desolador, nomeadamente a nível da educação, do emprego, das prestações sociais e das barreiras físicas e de informação.
Apesar de as pessoas portadoras de deficiência em Portugal terem um dia especial, Dia Nacional do Deficiente, que se comemora a 9 de Dezembro, considero que não têm quaisquer razões para comemorar. Seria bom se todos nós olhássemos para as pessoas portadoras de deficiência por aquilo que elas são e não pela deficiência que têm. Assim, vamos ajudá-las a sentirem-se melhor neste mundo ao qual se têm de adaptar constantemente.
Deixo aqui, não apenas para ficar neste simples papel mas para reflectirmos um pouco, os direitos das crianças portadoras de deficiência, que devem ser vistas e tratadas como crianças de plenos direitos, pois acima de tudo são crianças...
Os Direitos da Criança com Deficiência
1 - Os mesmos direitos de todas as crianças, ela é acima de tudo uma criança.
2- Estabelecer uma relação com o meio envolvente: mobilidade / comunicação / aprendizagem / afectividade.
3- Ser desejada e amada.
4- Direito a brincar (experiência sensório-motora que favorece o seu desenvolvimento afectivo e social), a crianças necessita de amigos, de outras crianças que brinquem com ela.
5- Direito a participar, a crescer e a ser ela própria, e ser tão independente quanto possível.
6- Direito à recreação, ao desporto ao lazer, a participar em actividades culturais e lúdicas, ir à loja, ao cinema, à casa dos amigos.
7- Direito a ser tratada conforme as capacidades, a dar a sua opinião, a ser respeitada e ouvida e informada sobre todas as decisões que lhe dizem respeito, tendo em conta a sua idade e nível de compreensão.
8- Direito à habitação, educação no meio o menos restritivo possível em igualdade de oportunidades com as outras crianças.
9- Direito a um ambiente ajustado às suas necessidades físicas, afectivas, emocionais, sociais, educativas quer no que diz respeito a equipamentos e tecnologias de apoio, quer quanto a instalações, em termos de acessibilidade e segurança.
10- Direito à sua intimidade e privacidade e ser tratada com sensibilidade e compreensão em todas as circunstâncias.
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